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O fenômeno astronômico Superlua acontece quando o astro chega mais perto da Terra em sua órbita elíptica. Nesse período, o nosso satélite pode parecer até 14% maior e 30% mais brilhante do que costuma ser.

Essa não é a primeira vez que o fenômeno se forma nesse ano. Nesta segunda-feira, 14 de novembro, acontecerá a segunda de uma série de três Superluas consecutivas. A primeira ocorreu em outubro e a última irá aparecer no dia 14 de dezembro.

Mas o fenômeno deste mês é especial por duas razões: sua proximidade com o nosso planeta e o fato de que o astro estará em sua fase cheia.

Nessa data, a Lua será a maior já vista desde 1948, o que já faz dela algo especial. Mas a combinação do fenômeno com a fase cheia da Lua faz com que ele seja ainda mais raro. Essa combinação só ocorrerá novamente no dia 25 de novembro de 2034. Isso mesmo, dentro de 18 anos, segundo a Nasa.



A melhor maneira de apreciar a Superlua é ir a um local aberto, longe dos grandes centros urbanos. Isso porque a iluminação artificial e a poluição podem atrapalhar a visão.

Outra dica interessante para assistir ao fenômeno é esperar que a Lua chegue perto do horizonte. A distorção da atmosfera causa essa ilusão – ainda mais se você usar uma árvore como referência para comparar os tamanhos.

O perigeu, ou seja, a menor distância entre a Lua e a Terra, será no dia 14 de novembro, às 12h21, pelo horário de Brasília. A Lua ficará totalmente cheia um pouco antes, à 11h52, também pelo horário de Brasília.

Para os brasileiros, o melhor horário para assistir ao fenômeno será quando a Lua estiver se pondo no dia 13 de novembro. A dica é olhar para o oeste pouco antes do nascer do Sol, às 6h. Já no dia 14 de novembro, a hora certa para ver a Superlua é após o pôr do sol, às 19h. As informações são da revista Exame

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