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Para sorte dos fãs sem ingresso para ver Usain Bolt no Estádio Olímpico (Engenhão), havia um plano B na noite deste domingo (14). Localizada no Jockey Club do Rio, na Gávea, a Casa da Jamaica chacoalhou ao som de reggae, recheada de fãs vestindo verde, amarelo e preto, as cores da bandeira do país caribenho. Era noite de ver o atleta favorito da terra de Bob Marley.
Embalada pelo som do DJ Narity, a festa começou barulhenta. Foi só às 22h25, quando Bolt se alinhou para defender o bicampeonato Olímpico dos 100m rasos, que a multidão ficou tensa e em silêncio. Será que o atleta favorito dos Jogos Rio 2016 conseguiria cumprir a missão? Será que ele conseguiria o inédito tricampeonato dos 100m? Informa a Rio2016
Sim, ele conseguiria. Claro que conseguiria.

Para a carioca Camila de Alexandre, ir à Casa da Jamaica na noite de domingo sempre foi prioridade. Ela se apaixonou pelo país em uma viagem de trabalho, e poucos meses depois retornou à Jamaica com o namorado. "Eu amo a Jamaica. Eu amo a música jamaicana - reggae, dub, soundsytem - e a cultura da ilha. É o lugar mais bonito que eu já vi."
Latoya Armstrong, jamaicana de Montego Bay, fez questão de retribuir os elogios. "O melhor do Brasil são os brasileiros. Eles têm um espírito maravilhoso", disse a estudante de odontologia, que frequenta atualmente a Universidade Federal Fluminense.

Marlene Noel, jamaicana que vive em Londres, elogiou a recepção calorosa no Brasil e na Casa da Jamaica. "Estamos curtindo muito. Amamos os brasileiros, eles nos lembram muito oa caribenhos."
Enquanto isso, outra jamaicana, Jacqui Evans, encontrou tempo para refletir sobre os atletas de seu país. "Estamos orgulhosos deles, pela forma incrível como divulgam nosso país em todo o mundo. Temos recursos limitados, por isso significa muito estar onde o mundo pode nos enxergar."

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