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Após denúncia anônima e duas semanas de investigação, a Polícia Civil encontrou 35 pés de maconha em duas estufas dentro de um apartamento de menos de 40 m², na Rua General Jardim, na República, no Centro de São Paulo.]

O morador do local, Marcelo Luis Micheli, de 40 anos, foi preso em flagrante, na tarde de segunda-feira (25), por suspeita de tráfico de droga. A polícia informou ao  G1, nesta quarta-feira (27), que investiga se o homem usava a "CCPC General Club", casa de reggae da qual ele é apontado como proprietário, para traficar. O local fica na mesma rua do prédio onde as plantas de maconha foram localizadas.

O advogado do suspeito, Marcelo Feller, negou o crime de tráfico e informou que seu cliente foi solto na terça-feira (26), por decisão da Justiça, para responder ao inquérito em liberdade. A polícia não confirmou essa informação. O advogado alegou que Micheli é usuário e que o cultivo da erva era para consumo próprio devido à religião que ele segue: a rastafári.

“Apesar de Marcelo ter negado que usasse a planta para traficar maconha, ele mesmo disse à investigação que pessoas usavam maconha em seu bar de reggae. “Isso é um indício de tráfico de droga”, disse Amadeu Ricardo dos Santos, delegado adjunto do 1º Distrito Policial (DP), na Sé, onde o caso foi registrado.”

Segundo o delegado, essa foi a segunda passagem do dono do bar do reggae pela polícia. "A primeira foi há muitos anos por porte de entorpecente, quando foi enquadrado como usuário e liberado à época."

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