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Marcus Mosiah Garvey se sobressai na história jamaicana como um grande libertador de mentes. Ele procurou a unificação de todos os negros pelo estabelecimento da Associação de Melhoria Negra Unida e contra exploração econômica e degeneração cultural.

O primeiro herói nacional de Jamaica nasceu em Saint Ann’s Bay em 17 de agosto de 1887. Na sua juventude, Garvey se mudou para Kingston onde trabalhou em uma gráfica e mais tarde publicou um pequeno jornal "The Watchman". Durante sua carreira, Marcus Garvey viajou extensivamente a vários países observando as condições de vida e trabalho dos negros.

Em 1914, fundou na Jamaica a “Universal Negro Improvement Association” (UNIA). Em 1916, Garvey foi aos EUA pregar sua doutrina de liberdade aos negros oprimidos em todo o país, onde permaneceu vários anos. Entretanto, os oficiais dos EUA desaprovaram suas atividades e o prenderam e deportaram. De volta à Jamaica em 1927, continuou sua atividade política formando o Partido do Povo em 1929.
Foi mal sucedido nas eleições nacionais, o terceiro mundo não estava pronto para as idéias progressivas de Marcus Garvey. Saiu da Jamaica outra vez, desta vez para Inglaterra onde morreu em 1940. Seu corpo foi trazido de volta à Jamaica em 1964 e enterrado no parque nacional dos heróis em Kingston.
O legado de Marcus Garvey representa a filosofia que levou os negros a perceberem a necessidade da união dos povos africanos, a necessidade de se organizarem e criarem regras em nome da classe trabalhista.
Apesar de grande parte das suas atividades políticas e culturais terem sido mal sucedidas, hoje Marcus Garvey é reverenciado como um dos pais do orgulho negro. Fonte: consuladodajamaica.com.br 
“Olhem para a África! Quando um Rei for coroado, o dia da redenção estará nas mãos” Marcos Garvey. A coroação em 2 de novembro de 1930 do imperador Haile Selassie I da Etiópia, formalmente intitulado Ras Tafari I foi interpretada como a confirmação da profecia.

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